Que engraçado, não é? Eu no primeiro semestre queria fazer matérias optativas no IFCH, e fiquei pensando se daria conta de participar do Gepea e fazer direito a graduação; no segundo semestre eu só queria passar em MC (programação) e tinha medo de pegar muitas coisas também, pois eu ficava preocupada se conseguiria realizar tudo bem feito, se iria conseguir levar a graduação. Na metade do segundo semestre surgiu a oportunidade de fazer iniciação científica no ITAL e com ela muitos medos e preocupações também. Fiquei preocupada se teria tempo para me dedicar à graduação, ao Gepea (queria muito prestar Diretoria de Projetos e não sabia se seria possível conciliar) e também à iniciação.
Bom, hoje eu não tenho mais medo de nada disso. Eu arrisquei, aceitei a iniciação, uma vez que precisava muito de dinheiro e não queria mais dar tanta satisfação aos meus pais de onde eu gasto, quanto eu gasto, etc; Consegui no final do segundo semestre conciliar sim, a iniciação com a graduação e com a Empresa júnior. E consegui boas notas mesmo tendo um tempo mais restrito para estudar. O detalhe é: quando você realmente quer fazer algo você arranja tempo e quanto mais coisas você têm para fazer, mais você tende a se organizar (pelo menos comigo é assim que funciona).
Hoje, estou muito feliz na iniciação e vejo que tê-la aceitado foi a melhor coisa que eu fiz. Ela está me trazendo um conhecimento absurdo e muita experiência quanto à vida profissional.
"Amasse o medo e jogue-o no lixo." Cris, ex-Gepea.